“Blog: 4 meses depois”
O tempo passa muito rápido, tão rápido que já faz 4 meses que tenho esse blog, que posto nele uma vez por semana (ou pelo menos deveria!).
No começo, algo que o professor pede é realizado pelos alunos por não passar de uma obrigação, porém, esse blog, que no começo eu mesma o fazia por abrigação, agora já faço com o maior prazer. No dia em que a tarefa é passada já procuro realiza – lá e colocar muitas curiosidades para aqueles que frequentam meu blog.
Eu mesma, depois de postar algo, procuro entrar nos blogs de meus colegas (linkados aqui do lado) para ver a opinião deles sobre tal assunto, se chega a concordar com a minha opinião ou acaba sendo algo aposto aos meus pensamentos.
O fato de termos um blog, nos faz absorvermos aprendizado e conhecimento, para depois passá – los através dessa página da web. Um blog pode conter qualquer tipo de assunto, o meu, nesse caso, fala sobre tecnologias, com isso, não posso postar qualquer coisa que venha a minha cabeça, preciso fazer uma pesquisa para tais posts terem um bom conteúdo.
Essa página da web, definida “blog”, no meu caso, que tive de começar a ter um para a matéria de NTC (novas tecnologias da comunicação), só veio a acrescentar em minha vida, tanto pessoal, quanto profissional. Afinal, requis da minha pessoa obter mais conhecimento sobre tais coisas para eu poder postar. Manter um blog é manter também a mente cheia de conhecimentos.
1 comentário Maio 26, 2008 tamy21
“McLuhan”
Aqui vai um vídeo do YouTube sobre o que pensa Marshall McLuhan, que foi quem veio com termos como “a aldeia global ” e “o meio é a mensagem,” do famoso site “YouTube”? Uma página da web aonde podemos postar e adquirir vídeos relacionados a qualquer assunto do mundo. E, caso vocês queiram ver mais vídeos como esse, ou mesmo vídeos sobre a vida de Marshall, é só acessar o site do YouTube (www.youtube.com) e colocar o nome de Herbert Marshall McLuhan no “search”.
E é através desse vídeo que eu faço meu último post sobre Mc Luhan. Espero que vocês tenham gostado e aprendido um pouco mais sobre ele através de meu blog!
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“O Caos de São Paulo organizado nos blogs; domingo 18/maio/08; O Estado de São Paulo”
A matéria que saiu no Estadão desse domingo, tem muito em comum com a matéria estudada na sala de aula, com o professor Eric Messa, Novas Técnologias da Comunicação.
Bom, essa matéria nada mais fala além da existência dos Blogs. Pelo o que eu senti, ela alogia, na verdade, esses blogs. Comenta como é bonito as pessoas defendendo a cidade de São Paulo através dessas páginas da Internet. Os jovens, através desses blogs compartilham sua vida e ao mesmo tempo criticam algo de errado que ocorreu, que vivenciou no dia; e esses blogs que são muito acessados ainda têm resposta da prefeitura, de jornalistas, entre outros, por exemplo, a matéria conta a história de um blogueiro que em um de seus posts reclamou da falta de luz no bairro, e no dia seguinte esse problema acabou sendo solucionado pela prefeitura.
Essas páginas pessoais da Web fazem com que haja uma inter – relação entre as pessoas; eu, por exemplo, nem conheço o dono de tal site, mas, o frequento todo dia para ver fotos de São Paulo, para ver dicas de restaurantes, entre outras coisas mais. As pessoas passam e absorvem informações através dos blogs, e como a matéria do Estadão relata, entramos na vida de um desconhecido e acabamos descobrindo que existe mais do que aquela São Paulo em que você vive, São Paulo é muito maior do que isso, você passa a ver a visão da cidade através dos olhos, também, de outras pessoas.
Por isso, eu aconselho vocês a FUÇAREM OS BLOGS!!!!!!!!! Se eles são páginas na Internet de acesso público, estão ali para serem lidos e comentados!
E caso, você, leitor do meu blog se interesse por essa matéria, é só procurá – le nesse endereço da web: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080518/not_imp174517,0.php
Add comment Maio 19, 2008 tamy21
“Herbert Marshall McLuhan”
Eu vivo falando sobre ele em meu blog, mas, nunca contei sua história, quem ele realmente foi. Então, hoje eu resolvi postar sobre a história de Herbert Marshall McLuhan.
Seu pai era corretor de seguros. Já sua mãe Elsie Hall McLuhan era mulher cosmopolita, culta, oriunda do Leste, das Províncias Marítimas, de ascendência inglesa, bem-educada e declamadora por formação, uma figura conhecida nos círculos que viajavam pelo Canadá fazendo leituras dramáticas. Apesar de sua constante ausência, era ela quem dirigia a família e quem orientou Marshall e seu irmão caçula, Maurice (que se tornou ministro presbiteriano) para carreiras intelectuais. Em 1920, quando McLuhan tinha nove anos, a família mudou-se de Edmonton para Winnipeg e foi ali que ele cursou o colegial e faculdade, formando-se pela Universidade de Manitoba, obtendo o bacharelado em 1932 e o mestrado em Literatura Inglesa em 1934. Estimulado pela mãe, solicitou e obteve uma bolsa de estudos na Universidade de Cambridge, na Inglaterra.
Começou por estudar Engenharia, na Universidade de Manitoba, em 1932, mas acabou por se formar em Literatura Inglesa Moderna, em 1934. Ensinou na Universidade de Wisconsin, entre 1936 e 1937. Fez o mestrado em Cambridge, em 1939, e doutorou-se em filosofia, em 1943, com uma tese sobre o autor satírico inglês Thomas Nashe. Entre 1944 e 1946, foi professor de literatura na Universidade de Assumption, Wisconsin e Saint Louis, nos Estados Unidos, e na Universidade de Toronto, entre 1946 e 1979. Das cerca de 15 obras que publicou, fazem parte livros como The Medium is the Message: An Inventory of Effects (O Meio é a Mensagem,1967) e War and Peace in the Global Village (Guerra e paz na Aldeia Global,1968)
McLuhan introduz as frases o impacto sensorial, o meio é a mensagem e aldeia global como metáforas para a sociedade contemporânea, ao ponto de se tornarem parte da nossa linguagem do dia-a-dia. Teórico dos meios de comunicação, foi precursor dos estudos midiológicos. Seu foco de interesse não são os efeitos ideológicos dos meios de comunicação sobre as pessoas, mas a interferência deles nas sensações humanas, daí o conceito de “meios de comunicaçao como extensões do homem” (título de uma de suas obras), ou “prótese técnica”. Em outras palavras, a forma de um meio social tem a ver as novas maneiras de percepção instauradas pelas tecnologias da informação. Os próprios meios são a causa e o motivo das estruturas sociais.
Add comment Maio 19, 2008 tamy21
“PR 2.0 e a polêmica de Chris Anderson”
Esse texto é uma crítica quanto as mensagens que circulam na internet, quanto aos blogs, e também a Web 2.0, que procura estabelecer uma relação transparente e horizontal, um modo de compartilhar conteúdo e idéias. O que o autor quer, é que essas pesquisas, essas mensagens, atraiam o público, e não que seja algo desleixado, que tenha pouco conteúdo, conteúdo baixo. preocupado só pelo fato de estar passando a mensagem, e não como passá – la.
Concordo plenamente com a idéia do texto, não podemos deixar essas conversações pelo mundo virtual nos tornarem apenas estatísticas, temos de manter um alto relacionamento pela internet, afinal, como ele mesmo diz, relacionamento é tudo. A internet é informação boca – a – boca, nossas vidas ficam expostas através dela, não podemos deixar esse conteúdo nos trazer para baixo, devemos sim é fazer dessa Web algo de forte impacto, de forte conteúdo para conosco e para com todo o público que a mesma atinge.
1 comentário Maio 13, 2008 tamy21
“Obsolência Programada.”
Hoje resolvi sair um pouco fora do pensador McLuhan, mas, sem deixar de falar no assunto de como “Nosso mundo, hoje, é programado por aparelhos”.
Estava tendo uma aula de psicologia hoje de manhã, quando a professora me fez lembrar desse termo: obsolencia programada; que vem a ser a rapidez com a qual os aparelhos, e não apenas eles, como a moda também, se substitui com facilidade. Para ser mais clara, vou dar exemplos e falar um pouco como eu mesma entendo desse assunto.
Hoje em dia, há a convergência dos aparelhos, o que ajuda para acabarmos vivendo nessa obsolencia programada. A televisão por exemplo, agora, podemos colocar “play” e “stop” nos programas; o celular, que por sua vez possui, além de câmeras, GPS, no caso do IPhone; as geladeiras, que possuem refrigerador num mesmo aparelho; os sofás que agora, são sofás – cama; entre muitas e todas as outras coisas. Essa obsolencia programada acontece pelo fato de usufruirmos por pouco tempo de nossos produtos e já querermos algo mais inovador, e como não há como fazer coisas novas, criar coisas novas, os aparelhos já existentes passam a ser cada vez mais tecnológicos.

Add comment Maio 13, 2008 tamy21
“Vivemos em plena era de exposição”, por Eric Messa.
Segundo esse artigo publicado pelo nosso professor Eric Messa, hoje em dia vivemos na era da exposição, que substituiu aquela era da imagem em que vivíamos antigamente, aquela era em que a estética era ressaltada tanto nas fotos, quanto nas áreas de comunicação (programas de televisão ou até mesmo anúncios impressos), aonde era fundamental uma boa iluminação na criação, um ótimo figurino, etc.
E foi sim, também por consequência da evolução da internet que essa era da imagem passou a ser a era da exposição. Aonde o cenário passa – se a ser construído rapidamente, como podemos ver em home pages pessoais (aonde o dono da home page recebe e fornece informações), em blogs (aonde acontece uma atualização frequente de conteúdo), e também os “orkust da vida”, my space, facebook, entre outros, aonde o dono da página fornece tantas informações pessoais quanto quiser. Através disso, podemos concluir que vivemos no auge dessa exposição virtual, aonde os receptores agora sim, conseguem expressar também suas opiniões, o que acontece hoje na publicidade, com a ação inovadora de o consumidor poder interagir com o produto, assim como disse Eric Messa em seu artigo: “Não basta mostrar o produto, é preciso interagir com ele, participar do processo e se possível, deixar a marca do consumidor”.
Na minha opinião, tanto a era da imagem quanto a era da exposição tem seus fatores positivos e negativos, na era da imagem prevalece o fato de você se dedicar a montar algo, a fotografar algo, com o medo de errar ou ficar feio, nessa era, os receptores podiam interpretar essas imagens de diferentes formas. Já a era da exposição, é a era em que todos podemos nos comunicar instantâneamente, podendo fornecer e receber informação num mesmo instante, o que pode ser muito bom para a comunicação mas, deixando assim, em alguns casos, como em home page pessoal, nossa imagem muito exposta.
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Aproveitando que eu teria de postar algo de meu interesse, resolvi pensar um pouco sobre o que Marshall McLuhan pensa dessa era da comunicação, pela qual estamos passando, sendo assim, podemos ver que as sociedades humanas têm sido sempre “sociedades de comunicação”. As diferenças são marcadas essencialmente pelo grau de complexidade das técnicas de comunicação. Deste modo, e de acordo com Marshall Mcluhan, o modo de vida moderno , assim como os nossos comportamentos, seriam em grande parte determinados pelos instrumentos existentes no domínio da comunicação. Dificilmente poderíamos hoje imaginar a nossa vida sem o telefone, a rádio, a televisão ou o computador. A importância crescente que os meios de comunicação adquirem e as transformações que provocam nos nossos estilos de vida levam à colocação de algumas questões, como se essa era em que vivemos, à da exposição, tem ou não respostas positivas para com o ser humano.
1 comentário Maio 7, 2008 tamy21
“Estudante de Engenharia mas, formado também em Literatura Inglesa”
Vem aí, para vocês, leitores e apreciadores do meu blog, um pouco mais sobre Marshall McLuhan:
McLuhan introduz as frases ”’o impacto sensorial”’, ”’ o meio é a mensagem ”’ e de igual maneira aldeia global como metáforas para a sociedade contemporânea, ao ponto de se tornarem parte da nossa linguagem do dia-a-dia.
Teórico tambem dos meios de comunicação, foi precursor tambem dos estudos midiológicos. Seu foco de interesse não são os ”efeitos” ideológicos tambem dos meios de comunicação sobre as pessoas, mas a interferência deles igualmente nas sensações humanas, daí o conceito de “meios de comunicaçao como extensões do homem” (título de 1 de suas obras), ou “prótese técnica”. tambem em outras palavras, a forma de 1 meio social tem a ver as novas maneiras de percepção instauradas pelas tecnologias da informação. Os próprios meios são a causa e de igual maneira o motivo das estruturas sociais.
E para vocês que gostam do assunto, ou estudam o mesmo, e quiserem saber mais, indico o site a seguir: http://brasiliavirtual.info/tudo-sobre/marshall-mcluhan/.
Boa Noite e Bom Feriado! (ufa! feriado)..
Add comment Abril 30, 2008 tamy21
“TwitterVision e TwitterMap”
Olá! Estou de volta com meus posts! Nesse meu primeiro post do segundo bimestre de aulas da faculdade, mostrarei à vocês o que seria um TwitterVision e um TwitterMap.
TwitterVision é um mapa geográfico em tempo real de envio de mansagens Twitter. Ou seja, TwitterVision e TwitterMap são atualizações de mensagens, no site http://twittervision.com/, aonde suas mensagens são enviadas instantâneamente através desse site, por esse mapa. Sendo assim, os outros usuários conseguem ver, em tempo real, suas atualizações. Para saber mais, acesse o site acima!
E, na minha opinião, TwitterVision e TwitterMap é uma nova tecnologia de comunicação em tempo real, muito interessante, aonde rapidamente e brevemente, os usuários conseguem passar e transmitir informações.
Add comment Abril 30, 2008 tamy21
Um pouco mais sobre o meu blog…
Queria, para encerrar esse meu primeiro bimestre de aula de “Novas Tecnologias da Comunicação”, deixar aqui um último post sobre o tema de meu blog (antes de voltar a postar para o bimestre que vem, é claro!). Vim deixar aqui, para vocês lerem, um pouco mais sobre o autor McLuhan e meu tema “Nosso mundo, hoje, programado por aparelhos”.
Segundo Marshall McLuhan, o mundo passou por três fases, as quais foram muito importantes para a chegada da tecnologia e essa essencialidade da mesma em nossas vidas. O primeiro momento pelo qual passamos, segundo McLuhan, foi o momento da oralidade, aonde o processo de informação era detido pelos mais velhos, aonde o mundo é coordenado por uma oralidade com acesso coletivo. Já a segunda fase, é o momento da escrita, aonde a mesma rompe o mundo da oralidade, e quem não dominava este código, estava fora do acesso, ou seja, o acesso já passara a ser restrito. O terceiro momento, momento que vivemos hoje, é um momento novamente tribalizado, porém, é o que Marshall chama de mundo eletro – eletrônico, uma oralidade – técnica, aonde ligamos a televisão para ouvir, momento da oralidade, e o acsso volta a ser coletivo e não importa a qualidade, e sim a quantidade de “quantos estão conectados”; um momento de transformação em uma aldeia GLOBAL.
Muito Obrigada aos que lêem meu blog, e jájá volto com mais informações sobre esse mundo globalizado.
Deixem comentários! BOA NOITE!
2 comentários Abril 10, 2008 tamy21
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